Hoje é o tricentésimo vigésimo oitavo dia do ano
Sábado, 23 de novembro de 2024
Faltam 38 dias para acabar o ano
Liberdade: o Fio de Fibonacci do Progresso e da Felicidade
Hoje, no tricentésimo vigésimo oitavo dia do ano, entre o dia do Fim da Impunidade, o Dia do Arando, o Dia de Fibonacci e o de Santa Felicidade, proponho uma reflexão irónica e mordaz sobre os 3C's da comunicação: Clareza, Coerência e Conexão. Afinal, quando falamos, escrevemos ou, como no meu caso recente, publicamos, há sempre quem leia e se pique.
A Sequência de Fibonacci da Vida
Comecemos por Fibonacci, que nos deixou a fórmula mágica do crescimento harmonioso, uma sucessão que, em cada número, guarda o equilíbrio entre o que passou e o que está por vir. Não seria este o plano ideal para a gestão de qualquer comunidade? Definir objetivos, plantar o bem com paciência e colher resultados? Ah, mas cá entre nós, parece que a sucessão é outra: do ego à intimidação, passando pelo "quem manda aqui sou eu."
Se o objetivo é alcançar a felicidade, como Santa Felicidade sugere, que tal adubar o terreno com transparência, honestidade e respeito? Porque, na matemática da vida, a liberdade de expressão não pode ser um número excluído da fórmula.
O Arando da Comunicação
O arando, pequeno, mas poderoso, é um símbolo perfeito da boa gestão. Com ação antibacteriana, impede infeções indesejadas. Na comunicação, é isso mesmo que precisamos: eliminar as bactérias da desorganização, da falta de planeamento e da intolerância. Um bom discurso, como uma boa colheita, não se faz de ameaças, mas de sementes bem lançadas e cuidadas.
Quem teme a palavra escrita talvez receie a luz que ela traz. Mas, tal como o arando combate as bactérias, a verdade, quando dita com clareza, combate as narrativas maliciosas.
Fim da Impunidade e o Direito à Palavra
E aqui chegamos ao clímax: o Dia pelo Fim da Impunidade. Este dia não existe apenas para recordar as atrocidades cometidas contra jornalistas, escritores, artistas e outros que ousam dar voz ao silêncio. É um grito contra a hipocrisia daqueles que, usando o poder como escudo, intimidam quem pensa diferente. Liberdade de expressão não é só um direito; é um dever. Escrevo com respeito, mas sem medo. Porque palavras são sementes, e eu escolho plantar afeto, mesmo que algumas caiam em terrenos áridos de empatia.
A Liberdade é um Fruto que se Cultiva
Assim, termino esta crónica com um convite. Plante liberdade, cultive o respeito e colha o amor. Porque, no fim das contas, a vida é como um campo fértil. A colheita depende do que se planta. E quanto às críticas e às ameaças? Que sejam o adubo que nos faz crescer, com a coragem de Fibonacci, a resiliência do arando e o brilho eterno da liberdade.
Que se leia, reflita e se lembre de que não há liberdade para quem a teme. 
*Todos os Direitos Autorais Reservados*

Sem comentários:
Enviar um comentário
Deixe aqui o seu comentário, Obrigada!