Hoje é centésimo sexagésimo quinto dia do anoQuinta-feira, 13 de junho de 2024
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Dia de Santo António
"Lisboa, minha alma alfacinha"
Nasci sob o olhar atento da Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa, cidade das sete colinas, onde o Tejo abraça o Atlântico. Sou alfacinha, com o fado a pulsar nas veias, e hoje, pelo Google Maps, revivi os caminhos que outrora trilhei.
Na sombra da Sé velha, onde os sinos ecoam histórias antigas, caminhei com passos firmes, sonhos nos olhos. Na Matinha, entre árvores e risos, construí memórias, E ao pé do Marquês de Pombal, senti-me parte da grandeza desta metrópole.
Amadora, Margem Sul, nomes que ecoam como versos, lugares onde a minha juventude dançou ao ritmo da cidade. Técnica comercial, entre negociações e sorrisos, Lisboa foi meu palco, meu cenário, minha musa.
E Santo António, o casamenteiro, abençoou-me com amor. Casei em 1992, quando a esperança era um manjerico em flor, rezei por proteção e saúde, dei esmolas simbólicas, e nas marchas de junho, vi o amor pairar no ar.
Hoje, brindemos aos Santos Populares, à alegria e tradição que enchem cada copo. Lisboa, minha alma alfacinha, és a melodia que embala minha vida, e no dia de Santo António, celebro a dança eterna dos corações.
Que o amor e a tradição continuem a bailar na minha vida!
Boa noite @seguidores @destacar
🌟Sandra Poim 13/06/2024 23:24
*Todos os Direitos Autorais Reservados*
As imagens podem estar sujeitas a direitos de autor
#366diaspoim #sandrahelenapoim #juntospelapaz
Nasci sob o olhar atento da Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa, cidade das sete colinas, onde o Tejo abraça o Atlântico. Sou alfacinha, com o fado a pulsar nas veias, e hoje, pelo Google Maps, revivi os caminhos que outrora trilhei.
Na sombra da Sé velha, onde os sinos ecoam histórias antigas, caminhei com passos firmes, sonhos nos olhos. Na Matinha, entre árvores e risos, construí memórias, E ao pé do Marquês de Pombal, senti-me parte da grandeza desta metrópole.
Amadora, Margem Sul, nomes que ecoam como versos, lugares onde a minha juventude dançou ao ritmo da cidade. Técnica comercial, entre negociações e sorrisos, Lisboa foi meu palco, meu cenário, minha musa.
E Santo António, o casamenteiro, abençoou-me com amor. Casei em 1992, quando a esperança era um manjerico em flor, rezei por proteção e saúde, dei esmolas simbólicas, e nas marchas de junho, vi o amor pairar no ar.
Hoje, brindemos aos Santos Populares, à alegria e tradição que enchem cada copo. Lisboa, minha alma alfacinha, és a melodia que embala minha vida, e no dia de Santo António, celebro a dança eterna dos corações.
Que o amor e a tradição continuem a bailar na minha vida!
Boa noite @seguidores @destacar
🌟Sandra Poim 13/06/2024 23:24
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